A Royal Enfield, líder global no segmento de médias cilindradas e com 125 anos de produção contínua, celebra um importante reconhecimento no mercado brasileiro ao conquistar o Selo Maior Valor de Revenda 2026 com dois modelos que traduzem a essência da marca: a Meteor 350 e a Super Meteor 650. A premiação, promovida pela Agência Autoinforme, destaca as motocicletas com menor índice de desvalorização após um ano de uso, consolidando-se como uma das principais referências de confiança e valor percebido no setor.
A conquista reforça a solidez da estratégia global da Royal Enfield, baseada no desenvolvimento de motocicletas que integram design atemporal, engenharia de alta confiabilidade e uma proposta de pilotagem genuína e acessível. Esse conjunto de atributos sustenta não apenas a relevância da marca no momento da compra, mas também sua performance no ciclo de vida do produto, influenciando positivamente fatores como retenção de valor, fidelização e percepção de qualidade no mercado secundário.
A Meteor 350 representa um dos pilares estratégicos da marca no Brasil, sendo uma porta de entrada para o universo Royal Enfield. Equipada com o motor monocilíndrico de 349cc, a motocicleta combina suavidade de condução, eficiência e ergonomia projetada para o conforto em trajetos urbanos e viagens de curta e média distância.
Seu design clássico reinterpretado para o contemporâneo, aliado a recursos como o sistema de navegação Tripper e à posição de pilotagem relaxada, reforça sua vocação como uma motocicleta versátil, que atende tanto novos motociclistas quanto clientes que buscam uma experiência descomplicada e autêntica.
Já a Super Meteor 650 consolida o posicionamento mais premium da Royal Enfield, ampliando a presença da marca no segmento cruiser. Desenvolvida sobre a reconhecida plataforma bicilíndrica de 648cc, a motocicleta entrega desempenho linear, torque consistente e elevada estabilidade, características que favorecem viagens de longa distância com conforto e segurança.
O modelo se destaca ainda pelo alto padrão de acabamento, presença marcante e soluções de ergonomia que priorizam o bem-estar do piloto, traduzindo a visão da marca de unir desempenho, estilo e experiência em um único produto.
“O reconhecimento no Selo Maior Valor de Revenda reafirma a consistência da Royal Enfield no Brasil e o nosso compromisso de longo prazo com o mercado. Entregamos motocicletas que conectam tradição e inovação, com forte valor percebido ao longo de toda a jornada do cliente”, afirma Thais Gallo, gerente de vendas da Royal Enfield Brasil.
Para Gabriel Patini, diretor-executivo da Royal Enfield na América Latina, a conquista ganha um significado ainda mais especial.
“Celebrar esse reconhecimento no mesmo momento em que a Royal Enfield completa 125 anos de produção contínua reforça a força do nosso legado e a relevância da marca no cenário atual. É um marco que evidencia nossa capacidade de evoluir sem abrir mão da autenticidade, entregando produtos que mantêm sua essência e seu valor ao longo do tempo”, diz Gabriel.
O estudo do SMVR-Motos avalia mais de 200 modelos disponíveis no mercado, comparando o preço do veículo zero quilômetro com seu valor após um ano de uso, com base em condições reais de mercado. Esse critério evidencia não apenas o desempenho comercial dos modelos, mas também a percepção de qualidade, durabilidade e desejabilidade da marca junto ao consumidor.
Com esse duplo reconhecimento, a Royal Enfield fortalece seu posicionamento no país como uma marca que alia legado e contemporaneidade, sustentada por uma estratégia que prioriza a experiência do cliente, a construção de comunidade e o desenvolvimento de produtos que preservam seu valor ao longo do tempo.
Sobre a Royal Enfield
A Royal Enfield, a marca de motocicletas mais antiga em produção contínua, cria modelos de design atemporal desde 1901. Com raízes britânicas, a marca estabeleceu uma fábrica em Madras em 1955, marco que impulsionou o crescimento do segmento de motocicletas de média cilindrada na Índia. Envolventes, descomplicadas, acessíveis e divertidas de pilotar, as Royal Enfield são mais do que veículos: são convites à exploração e à auto expressão. Essa filosofia é o que a marca define como Motopurismo.
No Brasil, o portfólio premium da Royal Enfield é estruturado em diferentes plataformas, que atendem a distintos estilos de pilotagem. Na plataforma 350, a marca oferece os modelos Hunter 350, Meteor 350 e Classic 350, que combinam acessibilidade, design icônico e uma experiência urbana.
Já a plataforma 450, destaque em vendas no país, é representada pela Guerrilla 450, uma roadster moderna e dinâmica, e pela Himalayan 450, referência em versatilidade e aventura dentro e fora do asfalto. E na plataforma 650, a Royal Enfield reúne seus modelos bicilíndricos: Super Meteor 650, Interceptor 650 e Continental GT 650, além da Shotgun 650, Bear 650 e Classic 650, que traduzem o equilíbrio entre desempenho, design atemporal e caráter premium.
Recentemente a montadora revelou sua nova marca de mobilidade elétrica urbana, a Flying Flea, uma nova abordagem para a mobilidade na cidade, que combina design autêntico com tecnologia de ponta. A marca fomenta uma comunidade global de motociclistas apaixonados por meio de uma ampla agenda de eventos em níveis local, regional e internacional.
Entre os mais notáveis estão o Motoverse (anteriormente Rider Mania), um encontro anual que reúne milhares de entusiastas da marca em Goa, e o Himalayan Odyssey, uma peregrinação anual por alguns dos terrenos mais desafiadores e pelas mais altas passagens de montanha do mundo.
Divisão da Eicher Motors Limited, a Royal Enfield opera por meio de mais de 2.074 lojas nas principais cidades da Índia e cerca de 1.212 pontos de venda em mais de 80 países. A marca também mantém dois centros técnicos de classe mundial, em Bruntingthorpe, no Reino Unido, e em Chennai, na Índia, além de três modernas unidades de produção localizadas em Cheyyar, Oragadam e Vallam Vadagal, próximas a Chennai.
Globalmente, conta ainda com sete fábricas de montagem CKD (Completely Knocked Down) distribuídas entre Bangladesh, Nepal, Brasil (duas unidades), Tailândia, Argentina e Colômbia.
