Olá, tudo bem? No motovlog raiz de hoje, acompanhe a primeira parte da minha viagem pela Rota Anta Macaca, saindo de São José dos Campos com destino a Juquiá a bordo da minha Yamaha Fazer FZ25 Connected, passando pelas rodovias mais perigosas da região.
Começo o trajeto cedo, às 6h da manhã, enfrentando o frio e os primeiros micos com a minha nova central multimídia. Depois de acessar a Rodovia Presidente Dutra (BR-116), comento que a mudança para SJCampos aumentou minha resistência ao frio. Pouco depois enfrento o primeiro trecho com neblina forte na altura do pedágio de Jacareí.
Volto ao acessar a Rodovia Ayrton Senna (SP-70) na altura de Guararema, ainda com uma neblina forte. Após o entroncamento com a Rodovia Carvalho Pinto (SP-70), a neblina ficou tão densa que a visibilidade caiu para menos de 30 metros.
Depois do primeiro pedágio da Ayrton Senna, ainda com a neblina muito forte, acesso o Rodoanel Mário Covas (SP-21) já sem neblina. Aproveitei para explicar qual conector usei para ligar a multimídia na tomada 12v da moto. Depois do primeiro pedágio do Rodoanel, explico meus cuidados para evitar ser vítima de roubo nessa rodovia.
Volto para enfrentar um corredor após o segundo pedágio do Rodoanel. Já na Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), a famosa “Rodovia da Morte”, um trecho perigoso por causa do trânsito de muitas carretas.
Depois de mais um mico com a multimídia, volto após abastecer com gasolina aditivada no posto do Graal Japonês e mostrar a média do consumo de combustível deste último trecho. Ainda na Régis Bittencourt, passo pela perigosa Serra do Cafezal, onde flagrei um acidente com uma carreta.
Prossigo comentando sobre uma estrada alternativa que descobri. Por fim, após pegar a saída 414, encerro o vídeo chegando no portal de Juquiá. Se você curte viagem de moto raiz com informação e realidade, esse vídeo é para você!
Assista ao vídeo:
motovlog 1432
Sobre Juquiá
Localizada no coração do Vale do Ribeira, no sul do estado de São Paulo, a cidade de Juquiá é um destino que vem conquistando cada vez mais a atenção dos motociclistas que apreciam belas paisagens, estradas sinuosas e o contato com a natureza. Com pouco mais de 18 mil habitantes, o município preserva o clima tranquilo das pequenas cidades do interior, servindo como ponto de partida para algumas das rotas mais interessantes da região.
Para os amantes das duas rodas, Juquiá possui uma importância especial por marcar o início da famosa Serra da Cabeça da Anta, um trecho conhecido pelas curvas desafiadoras, pelo relevo montanhoso e pelas vistas privilegiadas da Mata Atlântica. A estrada atrai motociclistas de diversas partes do estado que buscam uma pilotagem prazerosa em meio a um cenário cercado por muito verde e paisagens preservadas.
Além da serra, a própria região de Juquiá oferece uma experiência diferenciada para quem gosta de viajar de moto. O percurso é marcado por rios, cachoeiras, áreas de mata nativa e pequenas propriedades rurais que ajudam a compor o charme do Vale do Ribeira. A baixa densidade de tráfego em muitos trechos permite uma viagem mais contemplativa, ideal para quem prefere apreciar o caminho tanto quanto o destino.
A cidade também costuma servir como parada estratégica para abastecimento, alimentação e descanso antes de enfrentar os trechos serranos da região. Seus restaurantes, lanchonetes e comércios locais recebem visitantes durante todo o ano, especialmente nos finais de semana e feriados, quando grupos de motociclistas percorrem as estradas do sul paulista.
Mais do que um simples ponto no mapa, Juquiá representa a porta de entrada para uma das regiões mais preservadas do estado de São Paulo. Para quem gosta de estradas com personalidade, belas curvas e contato direto com a natureza, a cidade é uma parada obrigatória e o começo de uma jornada que promete belas lembranças a cada quilômetro percorrido.
Mais informações
Essa neblina na Carvalho Pinto foi uma das mais densas que já peguei! E você, já passou pelo Rodoanel ou pela Régis Bittencourt? Quais são os seus maiores cuidados nessas rodovias? Comenta aí embaixo!
Ficha Técnica do Vídeo
📍 Local: São José dos Campos x Juquiá/SP
🏍️ Moto: Yamaha FZ25 Connected
📷 Câmera: DJI Osmo Action 5 Pro
🎤 Áudio: DJI Mic Mini
Equipamentos de gravação usados por mim nesse vídeo: DJI Osmo Action 5 Pro, Filtros ND
e DJI Mic Mini.
Equipamentos de proteção usado por mim nesse vídeo: Calça Jeans com Proteção para Motociclista, Jaqueta Texx New Strike V2 Summer, Luva ASW 365, Capacete X11 Turner, Intercomunicador V6 Plus, Capa de Chuva Delta Flex, Bota Quéchua NH100 MID e Garrafa Térmica.
Acessórios instalados em minha Yamaha Fazer FZ25 Connected: Extensores de Para-lama, Tampa de Óleo Antivandalismo, Defletor Atacama Parts, Bolha da Atacama Parts, Riser de Guidão, Película para o Painel, Bagageiro Suporte de Baú, Bauleto de 45 litros, Cavalete Central, Antena Corta Linha, Suporte de Celular 360 Joyroom com Trava, Protetor de Tanque, Protetor Moldura de Placa e Compressor Calibrador Portátil Xiaomi.
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Respondendo a uma dúvida comum: o editor de vídeo que utilizo é o Filmora, disponíveis em vários idiomas, inclusive português do Brasil. Saiba mais sobre ele clicando aqui.
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