Big motovlog raiz na estrada melhor que Romeiros: indo para Santa Branca de FZ25!

Olá, tudo bem? Neste motovlog raiz, acompanhe minha viagem cheia de curvas, com a Yamaha FZ25 Connected, no trecho fantástico entre Salesópolis e Santa Branca! Saí do Portal Artístico de Salesópolis pela Rodovia Professor Alfredo Rolim de Moura (SP-88) e logo acessei a Rodovia Nilo Máximo (SP-77), uma estrada que, na minha opinião, é muito superior à famosa Estrada dos Romeiros.

Explico os motivos: aqui não temos o mau cheiro do Rio Tietê, não há o estresse dos corredores de moto e a temperatura é muito mais agradável devido à vegetação densa ao redor da pista. É o cenário perfeito para quem busca curvas de qualidade e um asfalto que convida para um passeio prazeroso.

Durante o percurso, registrei uma situação real de perigo: um carro tentando uma ultrapassagem proibida em um caminhão bem no meio de uma curva! Além disso, quase fui surpreendido por um quebra-molas sem sinalização chegando em Santa Branca. Aproveito esses momentos para mostrar, na prática, o uso correto do freio motor e dar dicas de segurança para estradas vicinais.

Se você está em São Paulo e procura uma sugestão de roteiro com “estradinhas top”, compartilhei uma sugestão de roteiro com muitas estradinhas como essa cheias de curvas para se fazer de moto. Termino o trajeto cruzando a região central de Santa Branca, mostrando como sair em direção a Rodovia Carvalho Pinto (SP-70), e passando por uma blitz no portal de entrada da cidade.

Assista ao vídeo:

Santa Branca: A Guardiã Silenciosa das Águas Paulistas

No coração do Vale do Paraíba, entre serras que testemunharam ciclos históricos do café e da industrialização, Santa Branca emerge como um município de singela grandeza. Com aproximadamente 15 mil habitantes, esta cidade fundada em 1856 carrega nas ruas tranquilas e na fachada da Igreja Matriz de Santa Branca – erguida em devoção à rainha medieval Santa Branca de Castela – a memória de um Brasil interiorano que persiste com quieta dignidade.

Sua localização estratégica, a apenas 80 km da capital, esconde uma importância que transcende suas modestas proporções: Santa Branca é peça fundamental no abastecimento de água da Região Metropolitana de São Paulo. O Rio Paraíba do Sul, que serpenteia pelo município, e o Reservatório de Santa Branca, integrante do vital Sistema Cantareira, transformaram a cidade em guardiã de recursos hídricos essenciais para milhões de paulistas. Este papel conferiu à comunidade não apenas responsabilidade ambiental, mas também uma conexão singular com a metrópole distante.

A paisagem local é marcada por contrastes poéticos: o espelho d’água do reservatório – onde pescadores artesanais mantêm tradições – encontra colinas verdejantes de mata atlântica secundária, com trilhas que levam a cachoeiras como a do Pinheiro, de águas frias e cristalinas. A natureza aqui não é espetacular, mas acolhedora; não impõe grandiosidade, mas convida à contemplação silenciosa.

Economicamente, Santa Branca ancora-se na pecuária leiteira, na agricultura familiar e num incipiente turismo de base comunitária. Seus moradores preservam sabores caipiras, como o arroz com peixe – aproveitando os recursos do rio – ou o leitão à pururuca, servido em restaurantes simples mas autênticos. Festas religiosas, como a da padroeira em agosto, e o carnaval de rua mantêm vivos os laços comunitários em uma era de individualismo.

Os desafios são os de tantas cidades pequenas: o êxodo jovem, a dependência de investimentos externos e a luta por infraestrutura. Mas seu potencial reside exatamente naquilo que grandes centros perderam: a humanidade do ritmo lento, a hospitalidade despretensiosa e a função ecológica crucial.

Visitar Santa Branca é mais que uma escapada; é um exercício de reconexão com as fontes literais e metafóricas que sustentam a vida paulista. Sem ostentações, a cidade oferece um lembrete necessário: às vezes, as maiores grandezas estão nos lugares mais quietos.

Para o viajante que busca sentido além do óbvio, Santa Branca espera – não com promessas de luxo ou aventuras radicais, mas com a poesia simples das águas, da história e da resistência silenciosa.

Mais informações

Vocês concordam comigo que esse trecho dá de 10 a 0 na Estrada dos Romeiros? A falta de mau cheiro e dos pilotos corredores faz toda a diferença! E o susto naquele quebra-molas… fiquem ligados no vídeo para não cometerem o mesmo erro. Tamo junto! ✌️

*Ficha Técnica do Vídeo*
📅 Data: Abril de 2026
📍 Roteiro: Salesópolis x Santa Branca
🏍️ Moto: Yamaha FZ25 Connected
📷 Câmera: DJI Osmo Action 5 Pro
🎤 Áudio: DJI Mic Mini

*Links citados no vídeo:*
Novo suporte antivibração da Joyroom
DJI Osmo Action 5 Pro
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DJI Mic Mini

Equipamentos de proteção usado por mim nesse vídeo: Calça Jeans com Proteção para Motociclista, Jaqueta Texx New Strike V2 Summer, Luva ASW 365, Capacete X11 Turner, Intercomunicador V6 Plus, Capa de Chuva Delta Flex e Bota Quéchua NH100 MID.

Acessórios instalados em minha Yamaha Fazer FZ25 Connected: Extensores de Para-lama, Tampa de Óleo Antivandalismo, Defletor Atacama Parts, Bolha da Atacama Parts, Riser de Guidão, Película para o Painel, Bagageiro Suporte de Baú, Bauleto de 45 litros, Cavalete Central, Antena Corta Linha, Suporte de Celular 360 Joyroom com Trava, Protetor de Tanque, Protetor Moldura de Placa e Compressor Calibrador Portátil Xiaomi.

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Respondendo a uma dúvida comum: o editor de vídeo que utilizo é o Filmora, disponíveis em vários idiomas, inclusive português do Brasil. Saiba mais sobre ele clicando aqui.

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