Royal Enfield inaugura linha de montagem em Manaus!

A Royal Enfield inaugurou sua linha de montagem em Manaus, onde está localizado o principal polo industrial de duas rodas do Brasil. Com capacidade de produção de 15 mil unidades por ano, a operação será em regime CKD, onde as motocicletas são importadas desmontadas da Índia para serem montadas aqui no Brasil.

A nova unidade da fabricante indiana é a quarta operação CKD da marca fora da Índia. As demais estão localizadas na Argentina, Colômbia e Tailândia. Nesse sentido, as motos chegam ao nosso país desmontadas, e o processo de montagem é feito na unidade instalada dentro da fábrica da brasileira Dafra.

Segundo a Royal Enfield, a inauguração da unidade representa um importante passo para seus planos na América Latina e reforça seu compromisso com o mercado brasileiro, que é o segundo em vendas em todo o mundo, atrás apenas da Índia.

A fabricante ainda destaca que a nova planta tem capacidade de produção para mais de 15 mil unidades por ano, além de contar com equipamentos de última geração e estrutura moderna para alimentar sua demanda cada vez maior no país. Também serão adicionados alguns componentes locais para dar um certo grau de nacionalização para as motos serem consideradas nacionais e não mais importadas.

As primeiras motos nacionalizadas são as Interceptor 650 e Twins Continental GT. Porém, segundo a Royal Enfield, estão nos planos produzir todos os modelos de seu line-up nesta nova operação, o que vai acelerar a chegada das motocicletas aos concessionários.

Além delas, as motos que atualmente também são oferecidas no Brasil, Classic 350, Meteor 350 e Himalayan, estão na fila para serem nacionalizadas. Além dos novos produtos que futuramente devem ganhar o mercado brasileiro, como a Hunter 350, Scram 411 e Super Meteor 650.

“Estamos escrevendo um novo capítulo na história da Royal Enfield. Uma marca com 121 anos de história em produção contínua e que agora também continua sua produção aqui no Brasil. É um grande prazer representar a marca junto aos executivos que vieram lá de nossa matriz para nos abrilhantar com essa operação, e é só o começo. Estamos a caminho das 15 mil motos. Nossa capacidade é essa, são 75 motos por dia, e é só o começo para continuarmos com nosso crescimento, que hoje já passa das 10 mil motos emplacadas no país, número que atingiremos em 2022”, diz Cláudio Giusti, diretor geral da Royal Enfield do Brasil.

O CEO mundial da Royal Enfield, B Govindarajan, destacou os esforços feitos pela marca que culminaram na primeira planta da marca em território brasileiro:

“A Royal Enfield tem trabalhado arduamente para crescer no segmento de média cilindrada em todo o mundo. Com o crescimento significativo em mercados como a Europa, o oeste Asiático e, claro, as Américas, nossa estratégia tem sido nos aproximarmos desses locais para ampliarmos nossa participação de mercado. Iniciamos essa jornada há dois anos e inauguramos linhas de montagem na Tailândia e, na América Latina, na Argentina e na Colômbia. O Brasil é um mercado muito forte para nós, rapidamente se tornou o segundo em vendas no mundo todo depois da Índia – vimos um crescimento acima de 100% no Brasil em 2019. Estamos muito felizes em inaugurar nossa quarta operação CKD global aqui no Brasil, o que prova nosso compromisso com o País e com uma região que possui muito potencial de mercado. Estamos confiantes de que esta planta vai impulsionar ainda mais nosso crescimento no mercado de média cilindrada no Brasil e permitir alimentar de forma ainda mais eficiente a crescente demanda por nossas motos”, conclui.

O Brasil é, hoje, o segundo maior mercado da Royal Enfield no mundo, atrás apenas da Índia. Segundo a empresa com a fábrica serão reduzidos os prazos de entrega das motocicletas aos seus proprietários. Segundo a Fenabrave este ano foram comercializadas 9,3 mil motocicletas da Royal Enfield no mercado brasileiro até novembro.

A Interceptor 650 foi a primeira moto a ser produzida na nova fábrica da Royal Enfield – Foto: Divulgação

O que você achou da notícia? Será que a nova fábrica brasileira vai diminuir o tempo de espera para quem quer adquirir uma moto da fabricante indiana de origem inglesa? Será que os preços vão aumentar? Diga aí em baixo sua opinião, com educação.

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